- Trata bolsas de gordura e excesso de pele abaixo dos olhos
- Técnica escolhida conforme a avaliação: transcutânea ou transconjuntival
- Transconjuntival: incisão interna, sem cicatriz visível na pele
- Cirurgia ambulatorial com anestesia local e sedação leve
- Retorno às atividades sociais em geral entre 10 e 14 dias
O que os pacientes costumam descrever
As bolsas abaixo dos olhos têm componente genético e costumam aparecer desde cedo. Não dependem de cansaço nem de retenção de líquido, e por isso não melhoram com repouso ou cremes.
- Bolsas presentes mesmo depois de uma boa noite de sono, e que aparecem em fotos desde os 30 anos
- A região abaixo do olho projeta sombra que escurece o terço inferior da face nas fotos
- Excesso de pele fina que forma pregas quando o paciente sorri ou olha para cima
- A avó ou a mãe tem a mesma característica, o que reforça a causa estrutural
- Cremes e procedimentos estéticos melhoram pouco porque o problema é a gordura orbital que se projeta para frente
Tipos de blefaroplastia inferior
A técnica é escolhida na avaliação, conforme a quantidade de gordura e de excesso de pele em cada caso.
Blefaroplastia inferior transconjuntival
A incisão é feita na parte interna da pálpebra inferior, sem nenhuma marca visível na pele. A gordura orbital em excesso é redistribuída ou removida. É indicada quando há bolsas de gordura sem excesso de pele, e oferece uma recuperação com menos equimose visível.
Blefaroplastia inferior transcutânea
A incisão fica logo abaixo da linha dos cílios inferiores. Permite remover tanto a gordura quanto o excesso de pele. A cicatriz tende a ficar muito discreta após a cicatrização, alojada junto aos cílios.
Blefaroplastia inferior e superior na mesma sessão
Quando há indicação para os dois procedimentos, eles costumam ser realizados na mesma cirurgia. A avaliação confirma se há condições clínicas para isso e qual a sequência mais segura.
Passo a passo
Exame da gordura orbital, da pele e da posição da pálpebra inferior. A avaliação define qual técnica é indicada e se há outras condições a considerar, como ectrópio ou lassidão do músculo orbicular.
Procedimento ambulatorial, sem internação. O paciente fica confortável durante toda a cirurgia e vai para casa no mesmo dia.
A gordura orbital é tratada conforme o planejamento. Em alguns casos, parte dela é redistribuída para preencher o sulco entre a pálpebra e a bochecha, em vez de ser removida.
Na técnica transcutânea, a incisão é suturada com fio muito fino junto aos cílios. Na transconjuntival, não há sutura externa visível.
Recuperação da blefaroplastia inferior
A pálpebra inferior demora um pouco mais do que a superior para estabilizar. O inchaço pode ser mais discreto ou mais intenso dependendo da técnica usada.
Veja a página de recuperação completa para orientações detalhadas sobre cuidados, uso de colírio e óculos escuros.
Perguntas sobre a blefaroplastia inferior
Qual a diferença entre blefaroplastia inferior transcutânea e transconjuntival?
Na técnica transcutânea, a incisão é feita logo abaixo dos cílios inferiores, permitindo remover pele e gordura. Na transconjuntival, a incisão fica na parte interna da pálpebra, sem cicatriz visível na pele, sendo indicada quando há excesso de gordura sem excesso de pele. A avaliação clínica define qual é a melhor abordagem para cada caso.
A blefaroplastia inferior resolve as olheiras escuras?
A cirurgia trata as bolsas de gordura e o excesso de pele, que podem criar sombras na região. Olheiras causadas por pigmentação da pele ou por vasos aparentes têm outras causas e podem precisar de abordagem complementar. A avaliação define o que está causando a coloração em cada caso.
Quanto tempo dura o inchaço após a blefaroplastia inferior?
O inchaço é maior nos primeiros 3 dias. A partir da segunda semana reduz bastante. A pálpebra inferior demora um pouco mais para estabilizar do que a superior, e o resultado final consolida-se entre 3 e 6 meses.
Posso fazer blefaroplastia superior e inferior na mesma cirurgia?
Sim, os dois procedimentos costumam ser realizados na mesma sessão quando há indicação para os dois. A avaliação define se há condições clínicas para isso e qual a sequência mais segura.
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